Horário
P estacionamento gratuito
Cómo llegarServiços disponíveis::
MÊS DOS PROGRESSIVOS | Introduz EXTRA20 para -20% de dto. extra em óculos sol (Máx. -40%) - Exclusivo Online
Os melhores aparelhos auditivos são os que combinam a tecnologia adequada, o máximo conforto e uma personalização precisa adaptada às necessidades auditivas e ao estilo de vida de cada pessoa. Não existe um modelo universalmente superior: a qualidade real de um aparelho auditivo mede-se por como transforma a vida de quem o usa, desde compreender uma conversa num restaurante até acompanhar uma reunião sem esforço.
—Luis Gimenez Warren, audioprotesista na Mais Optica
A pergunta «quais são os melhores aparelhos auditivos?» tem armadilha. Não porque não tenha resposta, mas porque a resposta depende de quem a faz. Uma pessoa que passa as manhãs em reuniões precisa de algo muito diferente de quem tem como principal desafio ouvir a televisão sem incomodar ninguém, ou de alguém que sai a correr aos domingos.
Na Mais Optica não escolhemos aparelhos auditivos por marcas nem por preço. Escolhemos por prestações funcionais, por ambientes de utilização e, sobretudo, pelo que cada pessoa precisa para desfrutar de uma boa saúde auditiva. A diferença entre um aparelho auditivo que se usa e um que acaba na gaveta costuma estar aí.
Nem todas as perdas auditivas são iguais. Também não o são as vidas de quem as tem. De seguida, damos-lhe algumas chaves para orientar a escolha de acordo com o que faz todos os dias, com a premissa de sempre: a decisão final passa por uma avaliação auditiva com um audioprotesista especialista.
Para quem não para quieto, o aparelho auditivo tem de aguentar o ritmo. Os modelos RIC recarregáveis com classificação de resistência ao suor, ao pó e à água (IP68) são os que melhor se adequam a este perfil: a bateria recarregável elimina o problema de ficar sem pilhas a meio de uma sessão (pode ficar exatamente na mesma sem bateria), e o design compacto reduz o risco de caírem durante o exercício.
Há um pormenor que muitos desportistas ao ar livre agradecem especialmente: a gestão do vento. O ruído do ar no ouvido é um dos que mais incomoda a correr ou de bicicleta, e os modelos atuais reduzem-no de forma eficaz. Isso, aliado à resistência ao suor, marca a diferença entre um aparelho auditivo que se usa e um que se deixa em casa.
O que mais importa aqui: gestão de ruído avançada, microfones com direcionalidade adaptativa regulável e conectividade para chamadas diretas ao aparelho auditivo.
O ambiente profissional é um dos mais exigentes do ponto de vista auditivo. Reuniões, open spaces, chamadas em que não pode pedir para repetirem. Os modelos com redução de ruído eficaz e capacidade de se focarem na voz de quem fala à sua frente reduzem enormemente o esforço e o cansaço acumulado ao longo do dia.
Para videoconferências, o streaming direto a partir do computador marca uma diferença que quem experimenta não quer deixar de ter.
O ruído de um restaurante cheio é, juntamente com as reuniões de trabalho, o contexto que mais os nossos clientes mencionam quando descrevem o seu problema auditivo. Ouvem. O que não conseguem é entender.
É precisamente aí que a tecnologia marca mais a diferença. Os aparelhos auditivos com processamento direcional avançado constroem, com vários microfones, uma espécie de foco de atenção para quem tem à sua frente, filtrando o que vem das restantes mesas. Não elimina o ruído por completo, mas transforma uma situação exaustiva numa conversa que flui. É um dos casos em que a diferença entre um nível tecnológico básico e um avançado se nota mais rapidamente e de forma mais clara.
A música exige uma fidelidade que nem todos os aparelhos auditivos estão preparados para dar. Os algoritmos de redução de ruído são úteis na conversa quotidiana, mas aplicados à música podem empobrecer a audição: cortam frequências que nesse contexto fazem parte do som, não são interferências.
Os modelos com modo música específico desativam esses filtros quando é necessário e ampliam o intervalo de frequências reproduzidas. Para quem assiste a concertos, também conta como o dispositivo gere os volumes altos sem gerar distorção. Se a música for uma parte importante da sua vida, mencione-o sempre durante a avaliação auditiva: é um dado que altera a escolha do modelo e a sua configuração.
Conduzir com perda auditiva não gerida implica mais risco do que costuma reconhecer-se: sinais de emergência, a buzina de trás, as indicações do passageiro. Os aparelhos auditivos com conectividade Bluetooth ao telemóvel permitem receber o GPS diretamente no ouvido e fazer chamadas mãos-livres sem tirar as mãos do volante nem desviar a atenção.
Alguns modelos sincronizam-se ainda com o sistema de infoentretenimento do veículo. A segurança rodoviária é, neste caso, um argumento de peso para não adiar a decisão.
Jantares de empresa, reuniões familiares numerosas, celebrações? São os ambientes onde mais pessoas descrevem a sensação de estar fisicamente presentes, mas socialmente desligadas.
Os aparelhos auditivos com tecnologia beamforming utilizam vários microfones para construir uma direção de audição preferencial e filtrar as vozes que chegam de outros ângulos. Combinado com algoritmos de separação da fala face ao ruído cruzado, o resultado pode ser surpreendente para quem há tempos evita essas situações. Não é magia, já que a perda auditiva continua a existir, mas a diferença na compreensão é notável.
Subir o volume da televisão até a família protestar é um dos primeiros sinais que muitas pessoas reconhecem com o tempo. E também um dos mais fáceis de resolver. Atenção a isto, não é o mais fácil de resolver.
Os aparelhos auditivos com streaming direto da TV (através de streamer) transmitem o áudio ao ouvido com a latência mínima necessária para que imagem e som estejam sincronizados. O volume da televisão pode ficar num nível normal para o resto da casa enquanto ouve com clareza a outro nível. O adaptador para TV é um acessório que pode fazer a diferença, e bastante popular entre os utilizadores, que, uma vez que o experimentam, já não querem prescindir dele.
Ouvir podcasts, audiolivros ou música a partir do telemóvel com um aparelho auditivo convencional pode ser incómodo, e em alguns casos impossível. Os modelos com streaming direto transmitem o áudio sem auscultadores adicionais, com uma qualidade que por vezes surpreende quem o experimenta pela primeira vez.
Um pormenor prático: a compatibilidade entre o aparelho auditivo e o sistema operativo do telemóvel nem sempre é total. iOS e Android têm protocolos de ligação diferentes, e nem todos os modelos funcionam igualmente bem com cada um. É algo concreto que convém rever com o seu audioprotesista de confiança antes de decidir.
"O objetivo não é encontrar o melhor aparelho auditivo, mas sim compreender que situações lhe estão a resultar mais difíceis neste momento, e que dispositivo se adapta melhor a si para o acompanhar em cada situação com a melhor qualidade auditiva possível”.
—Luis Gimenez, audioprotesista na Mais Optica
Porque um aparelho auditivo mal escolhido acaba na gaveta. Não por falta de vontade, mas porque não resolve o problema real de quem o usa. A adaptação é um processo, e o ponto de partida correto, isto é, encontrar o dispositivo que se adequa à sua perda auditiva e à sua vida quotidiana, bem como o acompanhamento de um audioprotesista especialista de confiança, determina em grande medida se esse processo chega a bom porto ou se é abandonado ao fim de poucas semanas.
Os estudos sobre a adesão ao uso de aparelhos auditivos são consistentes: quem recebe uma solução personalizada e acompanhamento durante a adaptação usa-os de forma regular. Quem os compra sem avaliação prévia, com muito menos frequência.
Com uma avaliação auditiva integral. É o único caminho que dá resultados fiáveis. Uma entrevista com o seu audioprotesista especialista de confiança para compreender a sua vida quotidiana, uma bateria de testes para determinar o tipo e grau de perda, e a proposta da solução mais adequada para o seu caso concreto.
Pode explorar com antecedência os diferentes formatos disponíveis no nosso guia sobre tipos de aparelhos auditivos, onde encontrará as diferenças funcionais entre modelos retroauriculares, intracanal e outras tipologias. Mas a decisão final, sempre, passa por uma avaliação profissional.
O próximo passo não requer qualquer compromisso. Apenas uma conversa com alguém que o vai ouvir, em todos os sentidos. Reserve a sua avaliação auditiva gratuita no centro Mais Optica mais próximo.
A sua audição é única. A sua solução, também.
Comentário(s)